Mestrando/a/e ou doutorando/a/e que pesquisa sobre questões relacionadas aos deslocamentos forçados, independentemente da sua área do conhecimento, APRESENTE SUA PESQUISA no 1° Seminário Internacional Refúgio Acadêmico, no dia 11 de novembro, com direito a emissão de certificado.
Para se inscrever, acesse o site:
www.cocen.unicamp.br/site/refugioacademico
As apresentações ocorrerão de maneira presencial no campus da UNICAMP em Barão Geraldo.
Os trabalhos inscritos serão analisados por um comitê especializado e aqueles selecionados serão contatados por e-mail.

Considerando os efeitos psicopoliticos associados aos movimentos migratórios, este grupo de trabalho tem o objetivo de promover debate entre pessoas que atuam e pesquisam migração. Assim, pessoas com pesquisas e relatos de experiência na atenção e cuidado a pessoas migrantes são convidadas a enviar trabalhos para debatermos e produzirmos caminhos coletivos de garantia de direitos e horizontes democráticos para imigrantes e refugiados. Para isso, aceitamos trabalhos com perspectiva crítica e política dentro da área e que problematizem as categorias: Estado, democracia e migração.
Para mais informação acesse: https://simposio2022.psicologiapolitica.org.br

Hoje, no dia 28 de junho de 2022, o doutorando Lucas de Oliveira Alves qualificou o projeto intitulado: “Congoleses refugiados e criação artística: elaborações do traumático, cultura e memória”, sob orientação das professoras Drª Lucienne Martins-Borges e Drª Ana Lúcia Marsillac. Participaram da banca os professores Dr Guilherme Massara (UFMG), Dr Gabriel Binkowski (USP) e a professora interna Drª Marcela de Andrade Gomes (PPGP/UFSC).

No dia 27 de junho de 2022, a mestranda Júlia Andrade Ew defendeu e foi aprovada no exame de defesa de dissertação, intitulado “Impactos Psicológicos do Processo Migratório em Imigrantes Venezuelanos Residentes em Santa Catarina”. A banca foi composta pelas professoras Drª Lucienne Martins Borges (PPGP/UFSC), orientadora; Drª Marcela de Andrade Gomes, coorientadora; Drª Ana Lúcia Marsillac (PPGP/UFSC), membro interno e Drª Eliane Domingues, membro externo.

Evento de extensão faz parte das atividades propostas pelo Projeto de Extensão ESCUTA CLÍNICO-POLÍTICA SINGULAR E EM PROCESSOS GRUPAIS e pelos Projetos de Estágio do curso de Psicologia da Unifesp.
O objetivo é a troca de experiências sobre as possíveis articulações entre as atividades desenvolvidas pelos projetos de estágio e de extensão nas Universidades Públicas. Entre as experiências a serem apresentadas estão a implantação de dois projetos intitulados: PLANTÃO PSICOLÓGICO, direcionado ao público externo, e ACOLHE, voltado ao atendimento psicológico dos estudantes. A convidada do dia 24 de maio será Marcela de Andrade Gomes, professora da Universidade Federal de Santa Catarina.
Link para Inscrição: https://sistemas.unifesp.br/acad/proec-siex/index.php?page=INS&acao=2&code=21999

O Nempsic em parceria com o Consultório na Rua realiza uma conversa online de psicólogas com a atuação em diversos serviços do SUS e SUAS. O objetivo é ampliar os horizontes de possibilidades, impasses e motivações do trabalho da Psicologia nas políticas públicas.
A Live será transmitida ao vivo no youtube através do canal do Nempsic Ufsc no dia 22/02, terça-feira, das 18h às 20h.
Também é possível acessar a live por meio do link: https://www.youtube.com/watch?v=GhwPP-UZ1lA
Contamos com a presença de todes.
Não é necessário inscrição para participar do evento, e será emitido um certificado de participação para quem comparecer.

Segue a divulgação de um artigo recém publicado sobre o movimento virtual da #BlackLivesMatter. Fruto de uma parceria entre LACCOS e NEMPsiC, a pesquisa investigou as representações sociais atreladas a esta # no twitter. No texto realizamos um debate sobre racismo e violência policial no contexto da pandemia. Boa leitura! 📚📚📚
Link de acesso: http://siba-ese.unisalento.it/index.php/cpgp/article/view/23694/20348

A lista de universidades que oferecem a alternativa foi divulgada pela Agência da ONU para refugiados (Acnur), e ao todo, 32 universidades brasileiras fazem parte. O edital da UFSC para oferta das vagas ainda não foi divulgado, mas o processo seletivo para quem inicia no segundo semestre de 2022 irá acontecer entre junho e julho.
De acordo com a universidade, serão vagas ociosas de cursos disponibilizados na UFSC e, por isso, até que o processo de matrículas e do Sisu seja finalizado, não é possível saber para quais graduações existirão vagas. A universidade irá oferecer 10 vagas, uma para cada curso.
Para se enquadrar na Política de Ingresso para Pessoas Refugiadas, Solicitantes de Refúgio de baixa renda e Portadoras de Visto Humanitário (PRVH) da universidade federal, a pessoa teria que cumprir alguns desses requisitos:
Além desse programa, a universidade disse que conta com programas de transferência internacional para imigrantes e refugiados que já estejam cursando a graduação em seu país e queiram transferir para a federal de Santa Catarina.
A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) também está na lista da Acnur como uma das que oferece vagas para refugiados. Mas, apesar da universidade estar credenciada e já ter oferecido esse serviço anteriormente, não existe previsão para disponibilizar essas vagas em 2022.
A invasão na Ucrânia já produziu quase um milhão de pessoas deslocadas forçadamente de suas casas, gerando sofrimento, perdas, mortes, lutos, rupturas e traumas. A migração forçada não é uma escolha e todos/as nós estamos sujeitos a estar nesta condição em algum momento de nossas vidas, seja por questões políticas, econômicas, ambientais, de raça ou de gênero. Não se escolhe ser refugiado, se torna devido a uma luta por sobrevivência. Por isso o NEMPsiC insiste: migrar não é crime, xenofobia sim! Muitas vezes, como está acontecendo agora nas fronteiras da Ucrânia, a xenofobia vem acompanhada de racismo. Nossa dor é seletiva geográfica e racialmente, afirma Tiago Amparo- doutor em Direito, em sua coluna na Folha de SP, “Ucrânia e o mundo civilizado”. Como destacou Cida Bento- doutora em psicologia, em sua coluna no mesmo jornal, “Quando o refugiado é branco e europeu”-, “O racismo alimenta e justifica as desigualdades e funciona como aglutinador do discurso da violência… é um grande desafio vencer a escalada do pensamento belicista e xenófobo que alimenta a violência nas sociedades contemporâneas”. Contra toda e qualquer forma de violência, racismo, xenofobia e segregação, o NEMPsiC manifesta seu apoio e solidariedade a todas as pessoas que estão sendo violadas, violentadas e mortas nesta guerra.
